Mitos e verdades sobre o transplante capilar

Aqui no blog, você tira diversas dúvidas sobre a cirurgia que pode resolver seu problema de calvície. No entanto, ainda existem muitos mitos e verdades sobre o transplante capilar. Mesmo após décadas de cirurgia, ainda existem pessoas que acreditam que o transplante é feito com fios artificiais. Então, ler sobre o assunto em uma fonte confiável é sempre a melhor alternativa.

Se você é calvo, começou a ver as primeiras entradas ou é apenas curioso, parou no post certo. Descubra agora 5 mitos e verdades sobre o transplante capilar:

5 mitos e verdades sobre o transplante capilar

Afinal, o que é verdade ou mito com relação à cirurgia para calvície? Continue a leitura:

1. Os fios transplantados podem cair

Mito. O cirurgião retira apenas os fios da região que não tem predisposição genética à calvície. Portanto, mesmo que você mude-os de um local para outro, não há risco de que eles caiam — a não ser que sofram algum trauma sério.

É preciso esclarecer, no entanto, que no primeiro mês todos os fios transplantados caem. Isso é normal: significa que o crescimento subcutâneo está no seu auge. Mas eles vão demorar mais algum tempo para aparecer.

2. Os fios voltam a crescer na região doadora

Mito. Os folículos da região doadora são retirados, e não apenas os fios. Portanto, aquela região não terá mais uma unidade capilar que possa fazer um novo cabelo crescer. Mas não é preciso se preocupar: o médico retira apenas de regiões capilares muito densas, de forma que a exclusão do folículo seja imperceptível. 

3. Um transplante capilar malfeito pode ser corrigido

Verdade. Se o paciente passou por um transplante capilar e não teve um resultado estético agradável, ele pode sim vir à Favano resolver esse problema. O cirurgião vai, então, utilizar os folículos existentes para redesenhar o couro cabeludo e deixá-lo o mais natural possível. Também é possível cobrir cicatrizes com fios de outras regiões. 

4. A técnica FUE é mais moderna que a FUT

Mito. De fato, a técnica FUT veio antes da FUE

Antigamente, o cirurgião fazia uma incisão de até 5 mm e retirava de 7 a 12 unidades foliculares de uma vez só. Elas eram, então, transplantadas para a área calva. Obviamente, o resultado não era natural, porque não respeitava a “zona de respiro” para manter o couro cabeludo denso, nem os reimplanta de uma forma bem desenhada.

Com a chegada da técnica FUT anos depois, foi possível fazer o procedimento com uma incisão linear que tirava uma pequena faixa de folículos capilares. E a partir dela foi possível começar a fazer o transplante capilar folicular, o FUE, também chamado de fio a fio. Então, os resultados começaram a ser mais naturais.

Ambas as técnicas evoluíram muito e trazem vantagens. Portanto, não existe uma mais ou menos moderna do que a outra.

5. O pós-operatório é muito dolorido

Mito. Embora a dor seja algo muito relativa (há pacientes mais sensíveis), o transplante capilar é um procedimento minimamente invasivo. Tanto é verdade que o paciente recebe apenas anestesia local e leve sedação, já que a cirurgia é muito longa. Depois disso, ele pode ir para casa.

De qualquer maneira, o cirurgião vai indicar alguns analgésicos caso o paciente sinta dores.

Desvendar esses mitos e verdades esclareceu suas dúvidas sobre o transplante capilar? Então, descubra agora se a cirurgia resolve a falta de cabelo na parte anterior do couro cabeludo!

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