Identificar a alopecia: existe algum teste genético para isso?

A calvície é um problema que acomete homens e mulheres no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, 37% dos homens com até 35 anos estão sofrendo do problema. Por isso, conversar com um médico ajuda a montar um protocolo de tratamento e a decidir a melhor hora de fazer um transplante capilar. No entanto, seria possível identificar a alopecia logo nos primeiros sinais — ou até antes mesmo disso?

Quem tem familiares calvos começa a sentir a tensão logo no início da juventude. Ter fios grossos e volumosos e vê-los perder com o passar do tempo é uma quebra na autoestima. Os testes genéticos vieram para tirar a dúvida sobre ter ou não calvície:

Como identificar a alopecia?

A alopecia androgenética só era identificável quando as primeiras falhas começavam a aparecer. Grande parte dos homens percebe essa alteração entre os 25 e 30 anos, mas em muitos casos a doença se desenvolve desde a adolescência, quando o estímulo hormonal aparece. Por isso, era muito difícil deter seu avanço. 

Um tratamento com finasterida, por exemplo, só poderia acontecer após o aparecimento das primeiras entradas. Mas, hoje, a tecnologia já permite identificar o problema antes que ele dê os primeiros sinais.

Por serem específicos ao problema, os testes genéticos têm grande eficácia e precisão. Eles analisam diversos genes relacionados à alopecia — que vão desde os androgenéticos e sais minerais até aqueles relacionados à metabolização de insulina e produção de colágeno. Por isso, conseguem identificar se o paciente sofre mesmo de alopecia ou se a queda de cabelo está relacionada a outras doenças, como lúpus e hipotiroidismo. 

Por fim, é também possível entender por que um paciente não consegue reagir a um determinado tratamento.

Identificar a alopecia com teste genético: como funciona

Após passar pela consulta médica, o paciente preenche um formulário e passa pela coleta de células da mucosa bucal (parte interna da bochecha), feita com um swab (haste de algodão). Em poucas semanas, ele recebe o diagnóstico e até um tratamento capilar personalizado.

Além de identificar a origem da alopecia, o teste genético ajuda a:

  • descobrir quais as variações de genes e quais as expressões que devemos “atacar”;
  • escolher os princípios ativos ideais para cada tratamento.

Quais os principais sintomas ou sinais do surgimento da alopecia?

Independentemente do tipo de alopecia, os sintomas são parecidos — apenas as causas e os padrões de rarefação são distintos. Portanto, procure por um dermatologista ou tricologista se perceber que:

  • os cabelos estão caindo mais depressa e em maior quantidade nos últimos meses;
  • o couro cabeludo está vermelho, coça muito ou arde;
  • os sinais de caspa aparecem nas roupas e nos fios;
  • a oleosidade está muito acima do normal;
  • os cabelos caem em tufos.

Como visto, é possível identificar a alopecia com exames genéticos. No entanto, não existe apenas um tipo dessa patologia. Então, conheça agora os diferentes tipos de alopecia.

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