Grau da calvície: identifique qual é o seu

Embora seu resultado final seja um único problema — a queda de cabelo — a calvície é dividida em tipos e em graus. Assim, conhecer o grau da calvície é fundamental para determinar qual será o tratamento mais eficaz para tratá-la.

E se você notou uma queda acentuada de fios, saiba se já é hora de se preocupar e buscar ajuda de um dermatologista especializado em cabelos. Em caso afirmativo, isso deve acontecer o quanto antes. Confira quais são os graus de calvície e se você se encontra em algum deles!

Quando a perda dos fios não é considerada um começo de calvície?

Diariamente, perdemos cerca de 150 a 300 fios de cabelo. Pode parecer muito, mas é completamente normal, pois cada fio de cabelo que um dia nasceu, também morrerá um dia.

Algumas pessoas se assustam com essa quantia de fios perdida, principalmente as que não lavam os cabelos todos os dias. Elas acreditam que a queda está maior que o habitual. Mas isso acontece porque alguns fios ficam soltos entremeados nos cabelos e só se soltam na lavagem.

Mas ao notar que uma queda intensa, não ignore sua suspeita da perda de cabelo além do normal e busque ajuda. Isso acontece, principalmente, em quem passou dos 40 anos — quando mais de 50% dos homens desenvolve algum grau de calvície.

Se este é seu caso, continue lendo e veja se você acredita se encontrar em algum dos graus. E ainda que você se identifique com algum(s) deles, o ideal é sempre procurar um médico para confirmar e iniciar o tratamento o quanto antes, para não agravar o problema.

Grau da calvície: quantos e quais são eles?

Existem sete graus de calvície, indo do I ao VII. Conheça as características de cada grau da calvície a seguir.

Calvície de grau I

Em seu primeiro grau, a calvície é praticamente imperceptível, são as famosas pequenas ‘entradas’ na parte de cima da testa. Ela é bastante comum com o passar dos anos, e costuma aparecer, principalmente, depois dos 40 anos.

Ela pode ser tão discreta que, em geral, não requer nenhum tipo de tratamento. Mas é importante ficar de olho, pois se as entradas começarem a aumentar, ela pode estar evoluindo para o próximo grau.

Calvície de grau II

Ainda pouco perceptível, nesse grau da calvície as entradas começam a se tornar mais acentuadas. Entretanto, nesse estágio o indivíduo começará a notar que as entradas aumentam e que ele pode desenvolver um problema de calvície.

Calvície de grau III

Neste grau da calvície, a perda de cabelos na parte de cima da testa já é acentuada e apresenta rarefações avançando para outros locais da cabeça.

Aqui, os tratamentos já devem começar a ser feitos, incluindo os implantes capilares para evitar a progressão do problema.

É aqui que a genética mostra sua cara. Se a pessoa conta com pai ou avôs calvos, deve ficar atento para a progressão do problema.

Calvície de grau IV

Como já deve estar evidente, o quarto grau da calvície é ainda mais complicado que o anterior. E a razão é a ausência de fios de cabelo próximos à testa, com entradas bem delimitadas e visíveis.

A pessoa apresenta apenas o cabelo que fica no topo da cabeça. E estes fios também não estão a salvo, pois a calvície surgirá, mesmo discretamente, no topo do couro cabeludo (área conhecida como coroa).

Calvície de grau V

Este, nada mais é do que o avanço do grau IV, pois as áreas calvas se tornam ainda mais visíveis com o passar do tempo.

É raro que este grau apareça antes dos 30 anos de idade na maior parte dos indivíduos, porém, pode ser precoce em algumas pessoas.

Sua principal característica é a falta de cabelos entre duas áreas: a parte frontal e o topo do couro cabeludo.

Calvície de grau VI

Nessa fase, o problema já está bem estabelecido. Somente a parte ao redor da cabeça — área que circunda e liga as duas orelhas — ainda possui fios de cabelo.

Esse grau avançado pode surgir a partir dos 40 anos, mas é muito mais frequente a partir dos 50.

Calvície de grau VII

Como era de se esperar o último grau da calvície é também o mais grave. Nele, há apenas uma fina fileira de cabelos cobrindo menos de 20% de toda a cabeça.

Neste grau, apenas tratamentos específicos podem contribuir para que o implante tenha resultados satisfatórios.

Quais os possíveis tratamentos para os diferentes graus da calvície?

Graus I, II e III

O grau I ainda não requer tratamento. Entretanto, isso não significa que você não possa procurar ajuda médica para conversar sobre um possível avanço do problema.

Assim, neste primeiro grau, o importante é a pessoa se alimentar de forma equilibrada e usar produtos para a higiene capilar de qualidade.

Já nos graus II e III, os tratamentos clínicos realizados podem ser feitos com medicamentos (oral e tópico) visando retardar o avanço da calvície ou reverter o problema.

Para revertê-lo completamente, o sucesso é mais visível nos dois primeiros graus e o paciente não poderá abandonar o tratamento para obter o sucesso esperado.

Se houver seborreia (caspa) associada, a mesma também deverá ser tratada para evitar a evolução do problema.

Graus IV e V

Nestes casos, será necessário uma combinação de tratamentos a serem prescritos e realizados pelo dermatologista. Em geral, se usa a mesma conduta do grau III combinada com tratamentos a laser, entre outros.

O transplante capilar também já pode ser considerado como hipótese de tratamento.

Graus VI e VII

Neste estágio, os tratamentos anteriores podem não funcionar (a depender também do caso e da causa da calvície. Para ter os cabelos de volta, será necessário recorrer ao transplante.

Provavelmente, serão necessárias várias sessões, mas apenas o médico dermatologista especialista em transplante capilar fará uma avaliação correta.

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